Para Você
Júlia (1855)
Teu rosto meigo e singelo.
Tem do Céu terno bafejo
Tu és a rosa do prado
Desabrochando ao albor
Abrindo o purpúreo seio,
Abrindo os cofres do amor
Júlia (1855)
Teu rosto meigo e singelo.
Tem do Céu terno bafejo
Tu és a rosa do prado
Desabrochando ao albor
Abrindo o purpúreo seio,
Abrindo os cofres do amor